Psicologia Humanista-Existencial · Psicoterapia · Arteterapia
Nem sempre é fácil entender o que você está sentindo quando a vida pede novas escolhas, mesmo que por fora esteja tudo em ordem.
A psicoterapia é onde você olha para a sua história com calma, reconhece o que deseja e decide com mais clareza sobre o que vem agora.
Nem todo mundo chega à terapia com o problema nomeado. Na maior parte das vezes, o que existe é uma sensação difícil de explicar, que aparece assim:
Você não precisa ter as respostas antes de começar. É no processo que elas vão sendo construídas.
Encontros regulares para falar do que está acontecendo com você. Um caminho para olhar a própria história e reconhecer o que quer agora.
Desenho, pintura e colagem entram no processo para dar forma ao que ainda não virou palavra. Não exige nenhuma experiência com arte.
Sessões por videochamada para quem mora longe, viaja muito ou tem pouco tempo. Basta um ambiente reservado e uma boa conexão.
A cabeça não desliga nem na hora de dormir, e o corpo costuma avisar antes de você perceber. Na terapia dá para entender o que está pedindo atenção por trás disso, em vez de só tentar calar o sintoma.
Você dá conta de tudo e mesmo assim parece que nunca é suficiente. É um cansaço que dormir não resolve, e que costuma pesar menos quando você começa a separar o que é seu do que foi colocado para você carregar.
A autocrítica fala mais alto que qualquer conquista e o elogio nunca parece ser para você. A terapia vai na raiz disso: como você aprendeu a se olhar desse jeito e o que ainda sustenta esse olhar hoje.
Você repete certas escolhas e não sabe bem por quê. Um espaço para olhar a própria história com calma e reconhecer o que te move, mesmo aquilo que não cabe em palavras.
Alguma coisa terminou e a próxima ainda não tem nome. Recomeçar não é apagar o que veio antes, é descobrir o que ainda faz sentido levar junto.
Quando um relacionamento acaba, não é só a rotina que se desmonta. Costuma vir junto a dúvida sobre quem você é agora, e aqui existe espaço para atravessar isso sem pressa.
Perder alguém, uma relação ou uma etapa da vida não tem prazo nem forma certa. Você pode sentir o que sente sem precisar se explicar nem apressar a passagem.
Mudar de área mexe com identidade, não só com currículo. A terapia acompanha esse processo para que a decisão venha da clareza sobre o que você quer, e não do esgotamento.
A arteterapia é psicoterapia com um recurso a mais. Em vez de depender só da fala, o processo usa desenho, pintura, colagem e outros materiais para dar forma ao que ainda não virou palavra. Costuma ajudar quem sente muito e explica pouco, ou quem trava na hora de falar de si.
Na prática, a sessão começa por uma conversa sobre o que está acontecendo com você. A partir daí surge uma proposta de criação, com o material que fizer sentido naquele momento. Depois a gente olha junto para o que apareceu, e o que sai dessa conversa entra no processo como qualquer outro conteúdo.
Não é aula de arte. Ninguém avalia traço, técnica ou resultado, e não é preciso ter nenhuma experiência. Em arteterapia não existe feio nem bonito: o que interessa é o que você acessa enquanto cria, não o que fica na folha. Também não é coisa só de criança, e boa parte das pessoas que atendo nunca desenhou nada desde a escola.
Sou Príscila Cabral, psicóloga e arteterapeuta, CRP 06/217465. Atendo adultos, especialmente mulheres que estão vivendo momentos de mudança, transição ou recomeço.
Foram mais de vinte anos em sala de aula antes da clínica. Ali aprendi sobre pessoas, sobre relações e sobre a importância de olhar para cada uma em sua singularidade.
A arte sempre esteve junto, como possibilidade de expressão e descoberta.
Minha formação é em Psicologia Humanista-Existencial, em diálogo com Donald Winnicott e o Construcionismo Social.
Na prática, isso quer dizer que eu não trabalho com roteiro: o caminho se constrói a partir da sua história e do seu momento.
Quem responde sou eu. Pode escrever o que estiver passando ou só perguntar como funciona.
Presencial em Pinheiros ou online, o que couber melhor na sua semana.
Você conta o que te trouxe e eu explico como trabalho. Se fizer sentido, a gente combina a continuidade daí.
Não. Muitas pessoas procuram acompanhamento em um momento de escolha, de mudança ou pela vontade de entender melhor o que estão vivendo.
É uma conversa. Você fala sobre o que quiser, no ritmo que for possível, e eu explico como trabalho. Não existe forma certa de começar.
Em geral, os encontros são semanais, com cerca de cinquenta minutos. A frequência é combinada entre nós, de acordo com o seu momento e o que fizer sentido para o processo.
Sim. O que muda é o meio, não o cuidado com o processo. O sigilo é o mesmo da sessão presencial, e é importante que você esteja em um ambiente reservado, onde possa falar com privacidade, e com uma conexão estável.
Sim. Atendo adultos de todas as idades. Grande parte do meu trabalho é com mulheres em momentos de mudança, mas o atendimento é aberto.
Não. Os recursos expressivos entram quando fazem sentido para o processo de cada pessoa, e não são utilizados quando não fazem.
Sim. É um processo com começo e fim, voltado para quem está diante de uma escolha ou de uma mudança de carreira. Entre em contato pelo WhatsApp que eu explico como funciona.
Português e espanhol.
Os valores são combinados diretamente com cada pessoa, como orienta o Código de Ética da profissão. Me chame no WhatsApp e eu explico, junto com os horários disponíveis.
Se você chegou até aqui, provavelmente alguma coisa nesta página fez sentido. Pode ter sido um dos temas, pode ter sido só a sensação de que já passou da hora de parar para pensar na própria vida.
Não é preciso esperar o momento certo, nem ter certeza de que é isso mesmo que você quer. Muita gente chega à terapia justamente sem essa certeza, e é a partir daí que o trabalho começa.
2026 Príscila Cabral – Psicóloga e Arteterapeuta
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